"Pense que tudo pode, a qualquer momento, ser diferente daquilo que as suas convicções afirmam. Não sabemos tudo. Mesmo arquitetando planos e elaborando manobras, a qualquer momento se apresenta outra ordem tão maior, que seus planos e manobras são sobrelevados e convidados a participar de uma inefável beleza, mas que só ocorrerá se a alma individual, por pureza de intenção, se guiar pelo senso de oportunidade e transformar seus pontos de vista." Oscar Quiroga. Revista do Correio. Hoje.
Retirei esse trecho da sessão Horóscopo. Seu autor, o Oscar, falava de destino. Bom, destino ou não, achei muito pertinente para se tornar mais um alimento nosso aqui. Li o texto e enxerguei em cada linha, os nossos encontros, nossos ensaios. Onde a bola pode ser jogada pra você a qualquer momento ou não. Mas você precisa estar preparado. Preparado para o que vier, da forma que vier e quando vier. Sem cartas na manga, sem trapaças, sem atalhos. Existem jogadas ensaiadas que muitas vezes dão certo e muitas vezes não. Devemos estar preparados para ressignificar o sentido. O sentido do outro e principalmente o seu próprio sentido. Estamos treinando nossas ressignificações. Nosso vícios, nossos comodismos, nosso passe de bola, nossa atitude perante esse grande jogo de escolhas que é a vida! Que venham as torcidas, o suor, o pó de arroz ( Nenseeeeeeeeeeeeee), os adversários, as finais, os grandes clássicos. Craque existe em todo canto. Mas sem o coletivo, sem time, não se faz vitória. E nem derrota. Precisamos saber perder pra saber ganhar. Precisamos aprender a ressignificar!
Essa peça é o jogo da bolinha de tênis...
ResponderExcluirO legal de jogar-o-jogo, é nunca deixar a bolinha cair... E se cair, beleza, a gente aproveita pra treinar embaixadinha!